segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Globalização no Varejo

Por Camila Donadon Vilella
Francine Cristina Guariz
Simone Silva Oliveira

Não sendo diferente de qualquer outro setor, o varejo foi obrigado a se atualizar mediante as novas perspectivas do mercado.

Com o surgimento de outros métodos de compra, teve de se adaptar para não perder fatias do mercado, criando assim um ambiente renovado e de fácil acesso em outras ocasiões. Como se pode ver o exemplo dos hipermercados, onde existem vários departamentos com o intuito de facilitar cada vez mais a vida dos consumidores.


Inicialmente, a implantação deste tipo de varejo enfrentou algumas dificuldades em outros países. Já no Brasil houve uma aceitação significativa, pois inovou e inova em muitos aspectos quanto a horários de funcionamento, preço, promoções, etc.

Atualmente, com as consolidações de mercado, que tornaram muito frequentes a concorrência entre similares, há uma grande disputa em preço e produtos, garantindo ao cliente sempre vantagens competitivas.

Assim, a globalização oferece oportunidades de expansão tanto para o varejista quanto para o mercado onde ele é inserido.

Fonte: CHURCHILL, Gilbert A. Jr, PETER, J. Paul. MARKETING: criando valores para os clientes. Editora Saraiva.

Comunicação integrada de marketing: a construção de uma imagem.

Por Renan Manzini

Sabrina H. H. dos Santos


Em tempos de globalização, avanços tecnológicos e de uma crescente competitividade entre concorrentes, as empresas têm necessitado cada vez mais lançar mão de ferramentas que as tornem mais atrativas aos olhos do público. O primeiro e mais fundamental passo neste processo é criar uma imagem da empresa/produto com a qual o consumidor se identifique. É neste momento que as organizações adotam a comunicação integrada de marketing: um conjunto de estratégias, métodos e ações, cuidadosamente desenvolvidos e implantados, que têm como objetivo consolidar sua marca, agregando valor a ela.


Não muitos anos atrás, este processo era realizado individualmente; cada departamento era responsável por uma atividade específica e, embora tivessem os mesmos objetivos e buscassem os mesmos resultados, acabavam por competir entre si e por passar ao público ideias diferentes de uma mesma marca/produto. Dessa maneira, decisões importantes e ações fundamentais para trabalhar a imagem almejada tornavam-se controversas e o projeto seguia fragmentado; era ineficiente, custoso e improdutivo, pois não atingia o público como deveria e precisava de constantes remanejamentos e correções.

A comunicação integrada veio para reinventar esse trabalho. Com ela, formular as ideias, os valores, as mensagens que as organizações queriam divulgar tornou-se uma tarefa conjunta, em que todos os setores trabalham para obter um mesmo resultado. O diálogo dentro e fora da empresa passa a ser necessidade: é preciso saber o que os consumidores querem, como sentem seus desejos, bem como é necessário saber o mesmo internamente: o que a empresa e os funcionários almejam, como vão chegar lá, melhores caminhos, resultados e métodos mais eficazes.

A principal prerrogativa desta ferramenta é a adoção de ações e políticas que condigam com a imagem que a organização quer passar, seja na forma de administrar a empresa, seja nas campanhas publicitárias, seja nas ações de cidadania; o mesmo princípio, a mesma base deve ser usada. A comunicação integrada abrange todos os departamentos da organização, pois idealiza que é possível fazer a manutenção da identidade de um produto/marca em qualquer etapa, desde o ponto em que ele começa a ser desenhado até o momento em que chega às mãos dos consumidores. Qualquer forma de vendas, relações públicas, publicidade, desenvolvimento de ações, tanto externa quanto internamente, visa agregar valor ao produto.

Ainda que esta ferramenta não tenha um grande número de adeptos, ela é a alternativa para o futuro. A organização que quiser se aperfeiçoar e se destacar no cenário precisará fazer uso dela, já que esta traduz as novas diretrizes na tarefa de propagar informação. Terá a vantagem aquela que aceitar isso e fizer dela uma aliada.





Fonte:

KOTLER, Philip. Administração de Marketing: a edição do novo milênio. 10.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2000

BUENO, Wilson da Costa. Comunicação e gestão empresarial: cenários contemporâneos. In: Communicare. São Paulo: Faculdade Cásper Líbero / Editora Paulus, 1º semestre de 2002.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Investimentos Financeiros

Por Ednéia Rodrigues dos Santos


Qual o melhor lugar para investir o seu dinheiro?

Muitos especialistas diriam que a melhor opção são os fundos de investimentos ou renda fixa, porque o investidor irá ver o dinheiro aumentar sem ter trabalhos e/ou dores de cabeça. Existem aplicações de curto prazo, que são apropriadas para aquele investidor que irá precisar do dinheiro no curto prazo; e de longo prazo, para aqueles investidores que não utilizarão os recursos por um bom tempo.

Dentre as linhas informadas, fundos de investimento e renda fixa, destacam-se os fundos referenciados e os títulos de renda fixa, os tradicionais CDB’s.

O CDB é um mecanismo de captação dos bancos, que repassam esse dinheiro a outros clientes a uma taxa de juros mais elevada. Os juros pagos pelos bancos na captação formam o rendimento do investidor. O CDB tem resgate parcial ou total a qualquer tempo, sendo que se o resgate ocorrer antes de trinta dias haverá incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). É preciso lembrar que há incidência de Imposto de Renda sobre os rendimentos, e quanto maior o tempo da aplicação menor será a alíquota cobrada.

Dentre as diversas “famílias” de fundos de investimentos destacam-se os fundos DI, os fundos de renda fixa e os fundos de ações, todos eles têm incidência de imposto de renda sobre os rendimentos, possui alta liquidez (pode ser resgatado a qualquer momento), sendo que, como o CDB, se o resgate ocorrer antes de trinta dias, será cobrado IOF.

Os fundos DI são os preferidos por muitos investidores brasileiros, porque sua rentabilidade segue a variação da taxa básica de juros SELIC, e este tipo de fundo tende a render mais, cada vez que ocorre uma alta das taxas de juros domésticas. Os fundos DI aplicam a maior parte do seu patrimônio em títulos do governo federal e são considerados de baixo risco.

Os fundos de renda fixa aplicam uma parcela de seu patrimônio em títulos pré-fixados. Estes títulos rendem uma taxa fixa previamente acordada, o que concede aos fundos de renda fixa um comportamento justamente oposto do comportamento dos fundos DI, ou seja, aplicações neste tipo de fundo tende a ser mais rentável quando as taxas de juros domésticas estão caindo. Os fundos de renda fixa apresentaram o melhor desempenho (rentabilidade) nos últimos quatro anos.

Os fundos de ações representam recursos que são aplicados em ações negociadas em bolsa de valores, que estão sujeitos às oscilações de preços das ações que compõem sua carteira. Devido a essas variações e ao risco, são mais indicadas para quem tem objetivos de investimento de longo prazo, até porque o risco, neste caso, é bem maior do que nos fundos conservadores.

Os fundos de ações disponibilizam os recursos ao investidor, em média, após quatro dias do resgate.



Fonte:
CERBASI, Gustavo. Investimentos Inteligentes. Ed. Thomas Nelson Brasil: Rio de Janeiro. Junho de 2008.

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